Bitcoin e suas perspectivas futuras

Investindo em Cripto (Alesia Kozik)

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O Bitcoin é a criptomoeda mais conhecida mundialmente. Através desse artigo você vai entender porque é importante ter ela na sua carteira.

1 – PERSPECTIVAS ATUAIS E FUTURAS DO BITCOIN

A tecnologia Blockchain responsável pela existência de grande parte das criptomoedas veio para ficar! É uma inovação que encontra diversos usos práticos no nosso dia a dia que vão desde a proteção de dados até a validação de informações. Dentre essas aplicabilidades está a capacidade de figurar como uma reserva de valor e mesmo uma moeda, sendo claramente o próximo passo na evolução do sistema financeiro global.

O produto mais proeminente dessas novas tecnologias é o Bitcoin. A moeda tem crescido em adoção tanto de indivíduos quando de países como El Salvador, Cuba e Ucrânia, que o tem adotado ou como uma moeda diretamente ou regulado de forma branda a sua usabilidade em seus territórios, postura que indica que uma proibição generalizada é cada vez mais improvável.

Além disso, a Índia propôs recentemente considerar o BTC como um tipo de “commodity digital”, o que em minha opinião é um tratamento tributário e administrativo mais interessante, já que evita um embate direto entre as moedas estatais e as criptos, o que reduz ainda mais as chances de proibição. (Fonte: The Economic Times)

Enfim, veremos adiante como o Bitcoin tem construído uma base sólida de fundamentos que justificam não só o investimento nesse ativo, mas também sua continuidade futura

2 – O BITCOIN EVOLUI (A Lightning Network)

É seguro dizer que desde o seu lançamento, o Bitcoin e as criptomoedas tem evoluído. Marca disso é a “Lightning Network” que busca solucionar os problemas de escalabilidade da cripto moeda, permitindo transações mais rápidas e mais baratas, o que habilita o BTC a competir com outras criptos como o Ethereum.

Além disso, mais novidades devem ser implementadas na rede com as “Drivechains” e as “Sidechains”, permitindo ainda mais usabilidade da cripto mais popular do mundo. (esse será um assunto para uma publicação futura)

Essa adaptabilidade é uma das marcantes diferenças entre o Bitcoin e commodities como o ouro ou a prata, já que mesmo com um suprimento limitado a cripto é capaz de ser “evoluída” pela sua comunidade, sem prejudicar a sua escassez e segurança.

3 – ADOÇÃO E REGULAMENTAÇÃO POR PAÍSES

Como já abordamos brevemente acima, alguns países tem regulamentado e permitido o uso de Bitcoins dentro de seus territórios, reduzindo os riscos de uma proibição generalizada. Contudo, a forma como isso ocorre é bem diversa, por exemplo, em El Salvador o BTC se tornou a segunda moeda oficial do País. Já em Cuba é possível fazer transações comerciais em Bitcoin, mas não há obrigatoriedade. Esse movimento do governo cubano foi executado para tentar burlar o bloqueio econômico dos EUA sobre a ilha.

Na índia há a proposta de considerar o Bitcoin como uma “commodity digital”, o que animou alguns participantes do mercado pela possibilidade de ampliar a valorização do BTC e permitir maior escalabilidade do protocolo.

Já na Ucrânia, houve a aprovação de uma nova lei que define as criptomoedas como “Ativos Virtuais”, o objetivo do governo foi fechar algumas “brechas” na definição do que seria um criptoativo. O que permite ao Estado dar mais clareza e segurança jurídica às instituições que querem entrar nesse mercado. Além de facilitar a tributação.

O interessante é que o mundo está claramente passando por um grande experimento financeiro e econômico, afinal, a adoção do BTC é uma novidade e ninguém sabe exatamente como ela vai modificar a vida nesses países, o que sabemos é que as criptomoedas vieram para ficar

4 – ADOÇÃO PELO TWITTER

Em 2021, o Twitter, uma das maiores redes sociais do mundo, foi a primeira a permitir que os seus usuários deem gorjetas usando BTC, além disso é possível conectar as carteiras virtuais (wallets) com a rede social para validar a posse de NFT’s, produtos que viraram febre recentemente. (Fonte: The Verge)

(Fonte: Twitter)

5 – ETF DE BITCOIN NOS ESTADOS UNIDOS

Foram feitas duas declarações de registro na Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, ou SEC, solicitando permissão para vender fundos negociados em bolsa (ETF) relacionados ao Bitcoin (BTC) e finanças descentralizadas (DeFi).

Essas declarações partem de empresas ligadas ao setor de criptoativos, visando expandir o mercado americano nesse segmento.

Uma delas é a “Invesco”, empresa de investimentos sediada em Atlanta, que se juntou à Galaxy Digital Funds de Nova York para entrar com um pedido de registro do “Invesco Galaxy Bitcoin ETF”, um fundo com chaves privadas fisicamente protegidas.

Se aprovado pela SEC, o ETF “Invesco Galaxy Bitcoin” será registrado como uma oferta de valores mobiliários com a capacidade de ser listado nas bolsas nacionais tradicionais dos Estados Unidos, permitindo um acesso ainda maior dos investidores institucionais a ativos como o Bitcoin. 

Contudo, recentemente a SEC adiou a sua decisão sobre a matéria para novembro deste ano. Preciso ressaltar que o Brasil já possui seus ETF’s de criptoativos o HASH11 e o QBTC11.

6 – TEMORES DE REGULAMENTAÇÃO E PROIBIÇÃO

O que perturba muito a mente de alguns investidores, principalmente os iniciantes, sobre as criptomoedas é a possibilidade de elas serem banidas ou proibidas nos países, algo que já ocorre na China, por exemplo. Mas pelo que já vimos acima, esse é um cenário cada vez mais improvável nos países mais livres e capitalistas.

Fonte: Livecoins

Esse brilhante gráfico da Livecoins indica quantas vezes o BTC já foi banido pela China, como podem notar não é uma novidade na história do ativo.

7 – QUANTAS VEZES O BITCOIN FOI DECLARADO MORTO EM 2021?

Só esse ano o Bitcoin foi declarado como “morto” 37 vezes pela mídia, quase 3x mais que em 2020 e mesmo assim os seus fundamentos só melhoram!

Fonte: 99Bitocoins

O obituário do site 99Bitcoin reúne dados de mais de uma década, começando em 2010 quando o Bitcoin valia apenas alguns centavos de dólar.

CONCLUSÃO

Com tudo o que foi exposto aqui, podemos notar que uma parcela relevante dos mercados globais tem visto os criptoativos com bons olhos, o que resultou em uma expansão e ganho de escala para essa classe de produtos.

Os governos também notaram a usabilidade do BTC e vem regulamentando o seu uso ou mesmo tornando o ativo uma segunda moeda oficial do país. Como se não bastasse, grandes companhias também vêm adotando as criptomoedas como forma de pagamento e mesmo de investimento, como os ETF’s.

E mesmo com as proibições frequentes da China ou declarações de morte do protocolo, a criptomoeda só tem melhorado os seus fundamentos e expandido o seu mercado.

Portanto, é inegável que esses ativos vieram para ficar, mesmo assim, possui grande risco, o que deve sempre ser levado em consideração pelos investidores.

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